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sábado, 14 de maio de 2011

O Ser e o Eu Auto-Centrado



Um dos dogmas humanos mais aceitos por toda a humanidade é o dogma da individualidade, do ser existente separado do todo, do homem particular, da ilha distante...
Este ser auto-centrado procura de todas as formas se destacar perante os demais através do contraste e, para isto, busca o reconhecimento dos seus contemporâneos, parecendo não compreender que uma conquista individual que dependa de um reconhecimento coletivo, jamais será um fenômeno individual, e sim um fenômeno de um todo.
A necessidade de ser especial é uma das características mais marcantes do eu auto-centrado, ser ele mesmo e realizar o próprio ser não lhe basta, é necessário ter mais do que outro, mais prestígio ou mais poder, mais beleza ou mais inteligência, mais sexo ou mais espiritualidade, mais sofrimento ou mais prazer, mais miséria ou mais riqueza não importa, ele precisa ter mais e, assim ser especial, ele precisa se diferenciar com relação aos demais através do contraste, sem contraste ele se sente como se não existisse.
Por este motivo o hábito de julgar é profundamente arraigado e altamente necessário para “eus” auto-centrados, pois o julgamento é a forma mais eficaz de gerar contraste e, desta forma, dizer que se é melhor do que outro, como quem diz; eu jamais faria o que fez fulano, eu não agiria como sicrano e assim, o julgamento vai desapreciando aqueles que se estão a volta, como se o eu auto-centrado dissesse: 
         - Para que eu possa crescer que o outro diminua!
O eu auto-centrado é chamado pelos espiritualistas hoje de ego, e o ego é uma espécie de alucinação, fruto de um condicionamento, de um padrão mental que torna o indivíduo alienado da realidade e,  por vivermos numa sociedade formada por egos, é que nos deparamos todos os dias com desastres, desigualdades, desequilíbrios, do processo autodestrutivo do comportamento humano na terra, porque o ego é capaz de criar valores que nos conduz ao colapso, todos os dias vemos este resultado de seres humanos, sociedades, economias, países, que são conduzidos a ruína.
A realização humana é a realização do ser e não do ego, o ser é uma continuidade não um princípio isolado, ele sabe que faz parte de um todo e que, portanto, o outro é uma continuidade de si mesmo e, desta forma, tudo que damos ao outro, estamos de fato, dando a nós mesmos.
O ser não sente necessidade alguma de se destacar perante os demais, se todos são unos quem existe para ganhar destaque e diante de quem?

O ser reconhece a existência de um propósito comum para toda a vida humana e trabalha no sentido de criar condições favoráveis para que esta realização floresça, aconteça e  se concretize. 
E o ser está plenamente ciente que não depende dele, do seu trabalho, do seu mérito para que tal fato venha acontecer, não interferir é o meio de se permitir este florescimento, e o agir pelo não agir (princípio tão presente na filosofia chinesa e difícil compreensão para o ocidente), e permitindo que o fluxo natural do ser, venha a abraçar e realizar o seu propósito, ajudando assim outros seres a despertar para a sua realidade intrínseca, porém oculta de si mesmo.
Conheça o teu ser e desfaça o teu ego, todo sofrimento, toda angústia, toda ansiedade, todo desequilíbrio, todo o desespero, toda a efêmera vitória e toda a derrota, toda incompletude, angústia e vazio, assim como todos os transtornos pertencem ao ego e não ao ser, o ser é a suprema liberdade!

Fonte: http://dedentrodamatrix.blogspot.com/

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“Aquilo que é impenetrável para nós existe de fato. Por trás dos segredos da natureza há algo sutil, intangível e inexplicável. A veneração a essa força que está além de tudo o que podemos compreender é a minha religião.”

Albert Einstein.

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